Terça-feira, 11 de Novembro de 2014

O Tribunal Constitucional vai continuar a ser amigo ?

As taxas de António Costa não são taxas são impostos, inconstitucionais, dizem os constitucionalistas. Vai ser interessante ver a posição de quem batia palmas ao TC . 

Quem é que vai pagar as taxas ? O empresário que vem a Lisboa tratar de um assunto também paga? E os trabalhadores que dormem em Almada mas desembarcam em Lisboa também pagam ? E as "low cost" que como o nome diz oferecem preços baixos também aplicam a taxa aos seus passageiros ?

E os turistas que visitam Lisboa também visitam Cascais e Sintra . Como é que se divide a receita ? E se Lisboa está, com a taxa, a reduzir a procura e, assim, a prejudicar Cascais e Sintra ? Como é que se faz? O autarca de Cascais já chamou à taxa "medieval". Basílio Horta em Sintra olha para tudo isto sem margem de manobra não vá desagradar ao chefe.

Mas o pior de tudo é se estas taxas , numa altura em o turismo em Lisboa cresce todos os anos, não vai tirar gás a uma actividade fundamental para o país. Esperemos que o TC ajude Lisboa como tem ajudado o país. Reprovando. Pelo menos é o que os ilustres economistas da oposição têm argumentado. Tudo o que corre bem deve-se aos cortes do TC.  

Quanto a Costa não foi preciso esperar muito. A receita é a mesma.

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publicado por Luis Moreira às 15:27
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Terça-feira, 28 de Outubro de 2014

A DOÇURA DE UMA MULHER - Prof Raul Iturra

doçura.jpg

 O parvo sonho de todo o homem…
para Rita Conde, amiga impagável, que me salvou o texto…


Não é simples escrever sobre a doçura de uma mulher, depois de ter escrito que as mulheres não gostam de nós. Sobretudo, pelos comentários que o meu ensaio recebeu, a maior parte de mulheres. Também não é simples por me parecer sentir nos meus ouvidos: caramba, este tipo parece gostar das melhores fêmeas. E não simples, porque no país machista em que vivemos, todo o homem com desejo libidinoso, gostaria de beijar esse corpo que escolhi entre várias imagens de mulheres belas. Mulheres que não falam, só se exibem e mostram as suas intimidades levemente escondidas por um pano, em frente de uma paisagem maravilhosa.
Se os meus sentimentos forem orientados pela libido que Freud tão bem estuda e analisa nos seus textos, por mim sempre citados como uma bíblia, o de 1906, Três ensaios sobre a sexualidade e o de 1923, O Ego e o Id, que pode ser lido em http://classiques.uqac.ca/classiques/freud_sigmund/essais_de_psychanalyse/Essai_3_moi_et_ca/moi_et_ca.html. Por os ter já comentado diversas vezes em anteriores ensaios, gostaria, apenas, de dizer, como Freud, que não é o sentimento libidinal o que orienta as nossas emoções. Não é a coxa nua da mulher da imagem, a que acorda os nossos sentimentos. Os nossos sentimentos são orientados pela companhia da mulher que acabamos por sentir ser a nossa companheira nas aventuras da vida.
Aventuras da vida que começam com num olhar, num ver profundo a alma dessa pessoa que começamos a amar, contínua pela criação dos rebentos da paixão e pela companhia até ao fim dos nossos dias dessa doçura de mulher.
Como defino esse conceito? Parece-me natural dizer que a doçura da mulher está depositada, primeiro, no peito que amamenta, depois no colo que agasalha, para continuar com a companhia do curar as primeiras infecções, até chegar o dia em que aparece outro ser estranho na família e nos arrebata, para seu bem-estar, para o bem-estar dos dois, ao fruto da doçura da mulher que nos apaixona.
A imagem inicial deste texto, é apenas resultado de uma mágoa com os homens que se pensam mais masculinos exibindo-se com uma mulher de aparência requintada, mas de quem nem sabemos como fala nem como pensa. Uma mulher erótica que o meu amigo Luís Moreira, denominara erotismo à rapidinha, conceito que me fez escrever este texto. Esse orgasmo de quinze minutos que começa por uma sedução rápida, um acariciar sem tempo, uma penetração desviante do amor e do sentimento de respeito pela sublimação do olhar nos olhos antes de atingir um orgasmo que não satisfaz nenhum, nem um nem o outro.
E se a mulher for doce porque trabalha, dorme pouco para acompanhar os trabalhos da pessoa querida, não exibe pernas nem é modelo pago pela glória de se prestar aos modelos de bens que vendem e vestem com roupas caras?
Eis porque denomino o sonho de todo o homem: uma mulher esculpida em carne e osso, pode até nem saber pensar na vida social, nos outros e na solidariedade, porque precisa de se manter elegante para ganhar a sua vida.
A doçura da mulher é o carinho que acompanha o homem e não procura mando nem desmando, apenas uma silenciosa colaboração que retribui sem se exibir.
A doçura da mulher, é o carinho que aprendemos da companhia frutífera, alegre e calma. É esse, no meu ver, o sonho de todo o homem… cumprido, respeitoso e duradouro, sem as rapidinhas que Luís Moreira critica no seu texto do dia dos namorados.

Raul Iturra
28 de Outubro de 2014.
lautaro@netcabo.pt

publicado por Luis Moreira às 16:12
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Quarta-feira, 1 de Outubro de 2014

O SOCIALISMO1, HOJE E AS PRIMÁRIAS DE 28 DE SETEMBRO DE 2014-Prof Raul Iturra

Do que falamos no referir o conceito socialismo e a nova maioria que atingiu o povo português em eleições antecipadas ou primárias, pela primeira vez na história de Portugal, mobilizado por um grupo de cidadãos descontentes, pobres e infelizes com o governo que hoje em dia pretende legislar sobre nós, retirando altos impostos dos nossos esquálidos ordenados e mandando centenas de operários e técnicos formados em universidades e politécnicos para um exílio não desejado, em procura de lavor e estudos? Nova maioria que mobilizou a mais de 300 mil cidadãos de bem para escolher livre e diretamente um futuro governo em 2015. A totalidade dos convidados a votar escolheu racionalmente um partido, o socialista, promotor da iniciativa, e um autarca de Lisboa para ser votado a futuro como primeiro-ministro.

É-me quase impossível começar um pequeno comentário sobre o sistema socialista de gerir os bens, sem começar por uma definição. A definição é a citação do meu recente livro acabado a 19 de Setembro: A religião é o ópio do povo 2, escrito especialmente para o IV Congresso da Associação Portuguesa de Antropologia (APA), fundada por mim e outros em Abril de 1989.
O socialismo de hoje é bem diferente do analisado no livro citado. O socialismo de ontem, era de várias espécies. Tinha nascido com a Revolução Francesa, a queda da Monarquia Absoluta como forma de Governo, com um sistema de propriedade em que todo pertencia a coroa reinante, que a entregava ou aos seus familiares, seus parentes mais chegados ou a agricultores que sabiam lavrar a terra e criar animais, sempre a pagar com grande parte do produto a quem lhes cede-se esses meios de produção. Por outras palavras, nem gestão socialista dos bens existia até o dia que o Conde Henry de Saint-Simon começara a partilhar os lucros das suas indústrias, com os seus operários. Era o denominado socialismo utópico.3 O socialismo utópico influiu uma serie de intelectuais, especialmente académicos e pessoas de fé. Entre eles, o pai de Karl Marx, Hirschel Marx, Advogado, da etnia hebraica, antes da sua conversação ao cristianismo por conveniência, batizado na Igreja à qual servia, em conjunto com os seus dois filhos, Karl Heinrich de 6 anos e Sophie de 10, sua irmã mais velha, em 1824. O pai e o filho eram membros de um clube de leitores, ao qual assistia também o professor Ludwig Gall, que tinha estudado Saint-Simon e debateu as suas ideias com o pai e o filho. Aos 15 anos, Marx, além de cristão, era um Saint-simoniano político. O socialismo de Saint-Simon prosperou e Marx e os seus amigos, especialmente o irmão da sua namorada a Baronesa Johanna von Westphalen, Edgar, passaram a ser socialistas utópicos.
Ao longo dos seus estudos universitário em Bona e Berlim, Marx não ficou nada satisfeito com o denominado socialismo utópico e começou com o seu amigo Friedrich Engels e a já agora a sua mulher, a entender que a economia era a ciência que governava o mundo. Calada e silenciosa, a Baronesa, já nesses tempos Jenny Marx ouvia os debates doas amigos, juntava os papéis nos quais eles gatafunhavam ideias sobre a propriedade, os salários, o operariado, a propriedade dos meios de produção, conceitos criados por eles e, sem dizer nada, bem-criada e educada como era essa aristocrata mulher, em Janeiro de 1848, redigiu só, o que Marx e Engels haviam definido na escrita de uma noite, o denominado nesse tempo Manifesto do Parido Comunista, publicado pela primeira vez em 21 de Fevereiro de 1848, a pedido da Liga dos Comunistas de Marseille que começa logo com esta frase: Um espectro ronda a Europa – o espectro do comunismo. Todas as potências da velha Europa unem-se numa Santa Aliança para conjurá-lo: o papa e o czar, Metternich4 e Guizot5, os radicais da França e os policiais da Alemanha. Que partido de oposição não foi acusado de comunista por seus adversários no poder? Que partido de oposição, por sua vez, não lançou a seus adversários de direita ou de esquerda a pecha infamante de comunista? O documento que revolucionara ao mundo de apenas 21 páginas, é um ataque contra a burguesia que explorava ao povo6
Duas conclusões decorrem desses factos:
1a. O comunismo já é reconhecido como força por todas as potências da Europa;
2.a. É tempo de os comunistas exporem, à face do mundo inteiro, seu modo de ver, seus fins e suas tendências, opondo um manifesto do próprio partido à lenda do espectro do comunismo.
Este era o socialismo do Século XIX. O de Saint – Simon foi uma base apenas, como as ideias do britânico George Owen e outros, todo analisado no meu livro já publicado a ser editado no que escrevo hoje em dia, também antes referido.
O texto parte de uma ideia que Jenny Marx bem conhecia: de uma análise histórica, distinguindo as várias formas de opressão social durante os séculos e situa a burguesia moderna como nova classe opressora. Não deixa, porém, de citar seu grande papel revolucionário, tendo destruído o poder monárquico e religioso, valorizando a liberdade económica extremamente competitiva e um aspeto monetário frio em detrimento das relações pessoais e sociais, assim tratando o operário como uma simples peça de trabalho7.
Eis porque o socialismo de hoje não pode ser como os de Marx e Engels. A análise é contra a propriedade privada e as relações abusivas da burguesia contra o povo explorado. É bem certo que o socialismo em Portugal nasceu como um movimento socialista marxista, mas no decorrer do tempo, o materialismo histórico tem desaparecido por causa do capitalismo, como Marx tinha previsto nos seus textos, foi em frente e ultrapassou as ideias da Revolução Francesa e os princípios do Direitos do homem redigidos por Jefferson durante a Independência do hoje Estados Unidos, enquanto os Princípios dos Direitos do Homem e do Cidadão, do Abade Sieyès, retirados do texto de Jefferson, foram ultrapassados também pela ascensão da burguesia para o grupo explorador. Apenas fica a ideia de se apoiar sobre o proletariado: "Sua luta contra a burguesia começa com sua própria existência". O operariado, tomando consciência de sua situação, tende a se organizar e lutar contra a opressão, e ao tomar conhecimento do contexto social e histórico onde está inserido, especifica seu objetivo de luta. Sua organização é ainda maior pois toma um carácter transnacional, já que a subjugação ao capital despojou-o de qualquer nacionalismo. Outro ponto que legitima a justiça na vitória do proletariado seria de que este, após vencida a luta de classes, não poderia legitimar seu poder sob forma de opressão, pois defende exatamente o interesse da grande maioria: a abolição da propriedade. (Os proletários nada têm de seu para salvaguardar). Este sonho de Marx, da sua mulher Jenny e de Engels, analisados por mim no livro que estou a editar Capítulo 4: As pretensões da família Marx, parece ficar sintetizada na frase que fecha com as principais ideias do Manifesto Comunista, escrito por Karl Marx e redigido por Johanna von Westpalen, com destaque na questão da propriedade privada e motivando a união entre os operários. Acentua a união transnacional, em detrimento do nacionalismo esbanjado pelas nações, como manifestado na célebre frase: Proletários de todo o mundo, uni-vos!
O socialismo português, estudado no meu livro Para sempre tricinco. Allende e Eu, publicado poe Carlos Loures em Estrolábio http://estrolabio.blogs.sapo.pt/207170.html, como referi antes, tem argumentos suficientes para definir que o PS foi criado no estrangeiro e que entre os seus princípios estava o materialismo histórico não apenas como forma de analise, mas como princípio. O XIII Congresso do PS de 2007, diz: 1. Partido Socialista é a organização política dos cidadãos portugueses e dos outros cidadãos residentes em Portugal que defendem inequivocamente a democracia e procuram no socialismo democrático a solução dos problemas nacionais e a resposta às exigências sociopolíticas do mundo contemporâneo.
O Partido Socialista considera-se herdeiro e representante do grande movimento social e político que, a partir dos meados do século XIX, conduziu a luta por sociedades mais justas e solidárias. Essa luta, desenvolvida na frente ideológica, sindical e política, foi determinante para a fundação e a consolidação das democracias contemporâneas e para a consagração e a efetivação dos direitos sociais.
Em Portugal, o pensamento e a ação socialista também remontam à segunda metade do século XIX. O ideal do socialismo democrático passou, desde então, por várias crises, mas nunca deixou de estar presente na sociedade portuguesa. A raiz do PS está indissoluvelmente ligada a esta matriz original.
Na sua forma atual de partido, o PS foi fundado em 1973, através da transformação da Acão Socialista Portuguesa, que havia sido criada em 1964. Nasceu e cresceu na luta contra o fascismo e pela instauração da democracia. A sua história identifica-se com a resistência à ditadura e a construção de uma democracia pluralista e socialmente avançada. Para o PS, a liberdade foi sempre o elemento essencial do combate por uma sociedade mais solidária, justa e fraterna, mais igualitária e coesa; e o pluralismo das ideias e das opiniões foi sempre a marca característica, não só do seu funcionamento e da sua ação como partido, como também do projeto que concebe para a organização política e social de Portugal e da União Europeia.8
A Acão Socialista Portuguesa foi fundada em Genebra por Mário Soares, Manuel Tito de Morais e Francisco Ramos da Costa, em Novembro de 1964. Representando um novo esforço de estruturação do movimento socialista, o certo é que não logrou estabelecer as bases de implantação a que aspirava, conciliando dificilmente os instrumentos de luta na clandestinidade com as poucas possibilidades de intervenção legal permitidas pelo regime salazarista.·
A ASP iniciou a publicação do Portugal Socialista em Maio de 1967, estabelecendo também numerosos contactos com partidos e organizações internacionais, sendo formalmente admitida na Internacional Socialista em 1972.·
Foi o embrião do futuro Partido Socialista.9
O partido Socialista na Europa sempre fugiu da análise materialista. Orientou aos seus militantes contra a ditadura, o colonialismo e em prol do sindicalismo democrata. O Partido Socialista português teve uma excisão, até o ponto de se organizar em 1964 o Movimento Marxista-Leninista Português.
Marx nunca passou por Portugal, apesar que a seguir o 25 de Abril, bem como antes, todos os partidos de esquerda estavam unidos para derrubar a ditadura O marxismo passou pela mão de Álvaro Cunhal e de Rui D’Espinay10
Portugal e Espanha exploravam colónias, em países altamente rurais. No Chile, a tentativa de materialismo histórico democrata, já sabemos a história. Allende declarou ao PS Chileno como materialista histórico, mas nunca leninista: eram outras sociedades e outros tempos. O leninismo faleceu com Lenine e ficou apagado. O materialismo histórico é a luta dialética para se libertar da opressão burguesa.
Fica, o resto da história, pata os meus livros e outros textos deste blogue. Apenas comentar que o PS de hoje não andam de mãos dadas, mas também não se tratam mal.
Estas são as pessoas que mobilizaram o país numa votação sem precedentes e que do 100% dos convidados a votar em eleições primárias votantes, 90% sufragaram.
A eles devemos a liberdade da tirania do governo social-democrata que, se não me apertam, devia ser levado perante o tribunal de direitos humanos da Haia e responder dos latrocínios no cometidos sobre o povo português.
Acrescentaria que as primária de 28 de setembro de 2014, que fez andar milhares de bons cidadãos, é a refundação do 25 de Abril de 1974, perdido como estava no governo atual. Governo que se tiver honra, mas carece dela, se demitia de imediato para cumprir a vontade de povo, com o povo e para o povo.
Raúl Iturra, Parede 13 de Setembro de 2009
Revisto e reescrito a 1 de Outubro de 2014.
lautaro@netcabo.pt

 

 

 

 

 

publicado por Luis Moreira às 14:22
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Sábado, 7 de Dezembro de 2013

As mortes dos bombeiros eram evitáveis

É ainda mais horríel. O relatório

publicado por Luis Moreira às 17:40
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Segunda-feira, 19 de Agosto de 2013

Eles não são democratas. Têm inimigos políticos

Quem se convence que comunistas e ex-comunistas aderiram ao regime democrático deve ler este texto. (...) Basta conhecer o discurso dos muitos radicais, à esquerda e à direita, que interpretam a realidade sociopolítica como se não houvesse gente no meio. De resto, como se dá o caso em Portugal da extrema-direita não ter palco mediático, a verdadeira ameaça afinal é unipolar: reside na tolerada e fotogénica extrema-esquerda comunista e ex-comunista, que não prescinde dos velhos métodos bolchevistas e dos seus ancestrais ódios de estimação: a Igreja, a liberdade individual e a iniciativa privada. Com predilecção pela rua que controla com mestria na instrumentalização dos descontentamentos, é com esse “jogo perigoso” que pressiona e intimida as instituições democráticas que não controla institucionalmente. Nesse sentido, a imagem que ilustra este post é dedicada a todos os “revolucionários” e “radicais” que nos habituámos a tolerar por cá, seja em S. Bento, nos sindicatos, na imprensa, nas televisões ou nos Blogs.

(...) Nuno Ramos de Almeida ou Daniel Oliveira por exemplo, reclamam que é essencial meter “medo” aos seus adversários. Ou seja, parece-lhes legítimo transpor o combate politico para o campo da irracionalidade, como estratégia para o aniquilamento do seu opositor. 

De resto os regimes em que acreditam sempre tiveram presos políticos. Homens e mulheres em que o único crime é pensarem de modo diferente.

publicado por Luis Moreira às 21:52
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Domingo, 26 de Maio de 2013

O Estádio Nacional do Jamor

No meio de um belo vale cheio de árvores e com a ribeira do Jamor a correr para o mar ali bem perto. Tem infraestruturas para várias modalidades e vai receber a Cidade do desporto.

publicado por Luis Moreira às 15:00
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Terça-feira, 21 de Maio de 2013

Quanto mais é incerto o futuro mais se deve tentar prevê-lo

O Daniel Oliveira escreve muito e depressa. Muitas vezes bem, mesmo que não concorde com ele. Mas, demasiadas vezes, escreve sobre assuntos de que não faz ideia nenhuma. Sempre bem e depressa.

Dizer que o Conselho de Estado não deve debruçar-se sobre o após -troika porque

publicado por Luis Moreira às 20:45
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Domingo, 7 de Abril de 2013

Agora sim só resta cortar no Estado Social

Grita-se porque se aumentam os impostos. Grita-se porque se corta nos salários e nas pensões. Agora estão todos satisfeitos. Para cortar na despesa pública só na despesa social ou aumentar os impostos. É mau mas é constitucional!  

publicado por Luis Moreira às 20:45
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Quinta-feira, 5 de Maio de 2011

Anúncio/convite da Associação25 de Abril

Prezada(o) associada(o)

 

No quadro das comemorações do 25 de Abril e em sintonia com as preocupações emergentes na sociedade portuguesa quanto à actual situação do país, designadamente quanto aos sinais de esgotamento dos instrumentos de participação cívica e politica, nas decisões nacionais, a Associação 25 de Abril (A25A) e o recém-criado Movimento 12 de Março (M12M), com o apoio da Escola Superior de Comunicação Social (ESCS), decidiram promover um ciclo de conferências, subordinado, ao tema Aprofundamento da Democracia.

 

Embora se pretenda cobrir os diversos domínios da questão, considerou-se pertinente avançar, em primeiro lugar, com o que nos parece mais oportuno, face às eleições legislativas que se aproximam.

 

Nesse sentido, vamos organizar, neste mês de Maio, um ciclo de três sessões, sob o lema global de Aprofundamento da Democracia

 

12 de Maio – Modelo Democrático Institucional: seus bloqueamentos e modelos alternativos

 

19 de Maio – Activismo Social: limitações, experiências e exigências comunicacionais

 

26 de Maio – Apresentação, debate e aprovação de um documento de Conclusões Preliminares

 

Local e hora – Sede da A25A (rua da Misericórdia, 95, em Lisboa), às 18h00

 

Como já divulgámos, todos os elementos destas conferências serão colocados, para informação e debate, na nossa página do Facebook (http://www.facebook.com/A25Abril?sk=app_14167664298).

 

Contamos com a sua participação nestes debates, a começar no do próximo dia 12 de Maio, com a intervenção de Boaventura Sousa Santos, Isabel Allegro Magalhães e Jorge Miranda.

 

Até lá, cordiais saudações

 

Vasco Lourenço

Responder
 
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publicado por Luis Moreira às 16:00
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Segunda-feira, 18 de Abril de 2011

A "bolha" a seguir é nos alimentos- por Luis Moreira

Em 2008 tivemos aumentos nos preços das matérias primas descomunais, no petróleo, no arroz, no trigo, no milho...base da alimentação de milhões de pessoas.

 

Boas discussões se travaram naquela altura, uns que era a China, a Índia, o Brasil...a entrarem no consumo, muitos milhões de pessoas, outros, que se tratava de especulação. Desde logo porque não entram a consumir no curto prazo milhões de pessoas, esse aumento é gradual sendo por isso dificil de compreender que a uma procura gradual corresponda uma oferta brusca.

 

Mas antes de estes aumentos acontecerem há sempre quem fale neles, uns para prever e avisar, outros, para preparar quem vai pagar mais.Agora que as bolsas de acções, obrigações, fundos imobiliários, estão arrasados e é preciso dar tempo que o dinheiro dos contribuintes chegue aos bancos privados, para se voltar ao mesmo "jogo de casino", os especuladores voltam-se para as matérias primas.

 

Começam a comprar e a armazenar, nem saem do sítio onde foram comprados, ou vêm no alto mar em navios que esperam a indicação de destino, e as matérias primas não chegam ao consumidor, os preços vão subindo, tudo pela "mão invisivel" que nada nem ninguem controla, o dinheiro sem rosto que transita entre off-shores sem nome, não regulado, sem impostos, só larga a presa com a intervenção dos estados que, tal como no caso dos bancos, paga tudo o que for necessário para "normalizar" os mercados...

publicado por Luis Moreira às 23:00
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